sábado, 6 de fevereiro de 2010


O filme mais assustador de todos os tempos

‘Paranormal Activity’ relata a história de um casal que se muda para uma casa e logo nos primeiros dias percebem coisas estranhas acontecendo. Para melhor investigar os acontecimentos noturnos, os dois resolvem instalar câmeras por toda casa. Enquanto dormem, coisas cada vez mais assustadoras vão se revelando.

O filme teve um orçamento incrivelmente baixo, de apenas 11 mil dólares e tem tudo para superar as barreiras das centenas de milhões, repetindo o sucesso que foi ‘A Bruxa de Blair’ em 1996, que teve 35 mil dólares de orçamento, e que acabou faturando 250 milhões de dólares. O mais curioso é que o filme foi filmado na própria casa do diretor, o novato Oren Peli.


Hector Djheam O amigo do tabuleiro

Sabrina descobriu o jogo do copo há pouco tempo. Achou fantástica a sensação de poder conversar com alguém que já morreu ou simplesmente receber sinais de entidades desconhecidas. Na verdade, ela não acreditava que as entidades pudessem fazer algum mal a ela, afinal, quem já morreu não pode ultrapassar a barreira do real.
Ela comprou o tabuleiro em uma pequena loja de artesanato. Pediu para que um velho artesão a produzisse com madeira fina e envernizada. Seu orgulho era perceber o copo leve de cristal deslizando pela mesa ao fazer suas perguntas.
Sozinha em casa, ela tinha a certeza de que o movimento do copo não seria falso. Como no filme "O Exorcista", Sabrina tinha um amigo invisível, era João, um adolescente que foi assassinado por seus pais quando esses voltavam de uma festa, bêbados e o confundiram com um bandido.
Toda noite, Sabrina conversava com João:

- Você não se sente sozinho por ai? O que fica fazendo até eu te chamar?

João respondeu:

- Fico pensando em você.

- Mas eu sempre venho conversar com você!

- Tenho medo que um dia você não venha...

- Sempre estarei aqui. Todos os dias!

- Fico feliz em saber...

Sabrina foi dormir. Dormiu, como uma criança. A conversa com João era como histórias para fazê-la dormir.
No dia seguinte, Sabrina acordou cedo e foi para a aula. Passou seis horas no colégio, como de costume. Mas sentia que algo estava errado. Sentia um vazio no peito. Angustia. Vontade de chorar. Queria chegar logo em casa para conversar com João. Mas sentia um frio na barriga como nunca havia sentido.
Ao chegar em casa, Sabrina encontra sua mãe, parada na porta de entrada com um saco preto em suas mãos. Ela temia pelo que podia haver dentro do saco. Ela sabia que lá estava seu tabuleiro. Mas estaria inteiro? Partido ao meio? O desespero toma conta de Sabrina, quando ouve o grito de sua mãe:

- Vai trabalhar, sua vagabunda!
Continua...

A mãe de Sabrina abre o saco e joga as cinzas da tabua sobre o gramado. A garota não consegue suportar o ódio e derruba sua mãe no chão. Mãe e filha lutam como dois animais, até que Sabrina agarra o pescoço da mãe e a mata asfixiada:

- O que foi que eu fiz?

Sabrina entra em desespero e corre para dentro de casa. Joga no chão os pratos que estavam sobre a mesa e começa a escrever um alfabeto. Com seu copo sobre a mesa, a jovem começa seu ritual para conversar com seu amigo invisível:

- João, você está ai?

O copo não se move:

- Preciso conversar com você. Fiz algo muito ruim!

Nenhum movimento.
Sabrina começa a chorar. De repente, o copo treme. Parecia um sinal. Sabrina tenta novamente o contato com João:

- Você está ai?

O copo se move em direção a resposta "Sim", e em seguida movimenta-se para escrever a frase "estou no banheiro".
A jovem corre desesperadamente para o banheiro, com os olhos inchados de tanto chorar. Ao abrir a porta, uma densa nuvem de vapor deixa o banheiro praticamente irreconhecível. O chuveiro estava ligado. Aos poucos a fumaça vai desaparecendo, deixando a mostra uma mensagem escrita com os dedos no box de vidro: "estou no espelho".
Continua...

Sem reação a aquela cena estranha, Sabrina corre até o espelho e fica olhando sua imagem refletida. Depois de poucos segundos sua imagem se transforma na face de João, chorando e com a boca cheia de sangue:

- Porquê você fez isso? Pergunta o espírito:

- Não sei! Ela me deixou fora de controle! Não sei o que fazer!

- Ela está aqui comigo! Ela está me machucando! Ajude-me Sabrina!

Essa foi a última frase de João antes de desaparecer no espelho. Desesperada, Sabrina bate no espelho, na parede e na porta para descarregar seu ódio. Em sua cabeça, ela só consegue imaginar sua mãe estrangulando o pobre João.
Em um momento de desespero final, ela grita:

- Vou te buscar, João!

Sabrina pega uma navalha de seu pai e passa em seu pescoço. O sangue jorra pelo banheiro inteiro, manchando o box, o piso e o espelho. Mas Sabrina está calma. Ela sabe que tudo isso é pelo seu amigo João. Mas antes de morrer Sabrina vê algo que a deixa apavorada. Seu último movimento é a tentativa de um grito, de desespero e angústia. Algo mais estava escrito naquele box.
O choro de João aumenta nos ouvidos de Sabrina, mas o som do choro se transforma em uma gargalhada macabra. Seus olhos estão vermelhos, sua pele pálida está coberta de sangue e não há mais nada que ela possa fazer, a não ser esperar pelo seu momento final.
Seu corpo dá seus últimos espasmos pelo chão. O sangue se espalha por todo o banheiro, até sair pela porta. O pai de Sabrina vê o piso do corredor cheio de sangue que sai do banheiro e abre a porta para ver o que aconteceu. A fumaça começa a se dissipar e ele encontra a filha estendida no chão, com a navalha em uma das mãos e a outra mão apontando para o box, que tinha os dizeres "estou no espelho".

Ao pegar sua filha nos braços, e chorando como uma criança, ele olha para o espelho sujo de sangue para tentar entender o que havia acontecido. Olha para o rosto de Sabrina, pálido e com os olhos inchados de tanto chorar. Ao abraçar sua filha, o homem descobre que algo mais estava escrito no box, logo abaixo, com uma letra trêmula e menor, os dizeres "minha filha" apareciam quase que escondidos:

- Estou no espelho, minha filha.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Hector Djheam

Brincando com os mortos

Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo".
Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa.

- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma.

O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada.

- O que você quer? Pergunta o segundo jovem:

P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro:

- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona?

- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem.

Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas.
Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa:

- Maldito. Porquê você fez isso?

O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho.
Continua...


Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa.
Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode.
Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M.
No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


Direção: David R. Ellis
Roteiro: Eric Bress
Produção: Richard Brener; Walter Hamada
Edição: Mark Stevens
Música: Brian Tyler
Elenco: Nick Zano (Hunt); Krista Allen; Andy Fiscella; Bobby Campo (Nick); Shantel VanSanten (Lori); Haley Webb (Janet); Justin Welborn ; Mykelti Williamson; Richard T. Jones; Stephanie Honore; Jenna Craig; Billy Slaughter (Frankie); Jessica Ritchie (Cassier)
Distribuição: PlayArte
Lançamento/Estreia: 28 de agosto de 2009 (EUA)/ 05 de Fevereiro de 2010 (Brasil)


SINOPSE

Uma das franquias de maior sucesso dos últimos anos chega ao quarto longa-metragem com muito fôlego e agora com projeção também em 3D. Nick e seus amigos vão assistir a uma corrida de carros, quando um deles, a quase 300 km/h, bate e explode na platéia causando a morte de dezenas de pessoas. Nick percebe que isso foi uma de suas premonições e terá que fazer de tudo para salvar sua vida. Afinal, a morte já foi enganada três vezes e agora ela não dará trégua, será mais brutal do que nunca!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Hector Djheam Gritos

O quadro negro estava vazio, à espera do começo do pandemônio de números em seu ventre educador por um giz tão pálido como um defunto. Eram 8 horas da manhã, horário em que a aula da 4a série começava e logo iniciaria com Matemática.

- A professora tá atrasada...- comentou Talyta, uma menina de 10 anos como todas as crianças da classe. Ela era negra e um pouco baixa.

- O que será que houve? - indagou Alessandra, uma menina de pele branca e cabelos pretos. - Milagre o auxiliar de disciplina não está aqui para organizar a sala, deve estar tentando localizar a professora.

O restante não tinha nenhuma preocupação, eram só guerras de bolinhas de papel e lápis que pegavam ousadamente nos estojos de seus colegas, que atingiam em todos os 15 alunos da 4a B, os quais estavam cercados por paredes bege, murais, carteiras de ferro com almofadas "casadas" nos lugares onde recosta-se as bundas pueris e as colunas eretas, um tablado cinza que servia para a professora de um 1,60m ficar mais alta e logo do lado, havia uma mesa-escrivaninha muito interessante, onde o celular digital da educadora gritava às vezes com uma música inglesa, fazendo-a desculpar-se.
A única que não respondia as represálias de papel e outros, era Camila que estava sentada, quieta, como sempre fora. Uma menina de cabelos louros, onde as pontas batiam-se perfeitamente nos ombros cobertos pelo tecido colossalmente bom; olhos verdes belos, a qual as meninas não falavam, os meninos achavam bonita e todos a consideravam fechada como uma criança que não conseguiu o que quer, mas ela tirava as maiores notas da sala e a que era mais reparadas pelos garotos maiores que conversavam com ela, nem ocultando suas espinhas que já brotavam, ela chegou a beijar um cara simpático certa vez, sem língua, mas o garoto mudou-se de lá.
Continua...

- O que você acha que aconteceu, Camila? - perguntou Rebecca, uma de cabelos curtos e pretos e olhos cor de mel.

Demorou um tempo, até que a loura inteligente perceber que falavam com ela, que queriam sua opinião.
A menina continuou séria e respondeu sem pensar no impacto de sua fala de voz suave e segura:

- Ela está morta. Ela acabou de ser atropelada na rua Sabino Silva, quando ia pegar um ônibus para vim para cá.

- Vira essa boca para lá! - exclamou Alessandra, que voltou-se indignada para as outras colegas, para começarem a falar mal da menina loura.

"Idiota! Acha que sabe das coisas."

" Deve tá achando que tem os olhos de Deus..."

" Ou os de Satã."

Camila odiou suas colegas por não terem acreditado em sua visão, no que ela vira, viu o sangue da professora derramar no asfalto como um bebê derramando sua sopa de tomate no chão da cozinha.

Nesse exato momento, Aurélio, um moreno de cabelos pretos como a meia-noite numa caverna e olhos pareciam que abelhas puseram mel nas "lagoas brancas" logo quando o menino nasceu, entrou na sala, com uma grande mochila preta nas costas de seu corpo de um 1,47m.

- Mochila nova, Au? - perguntou Leandro, um baixo de cabelos lisos e castanhos e olhos azuis.

- É, sim! Vocês gostaram?

- É tão feia quanto o dono!

Os garotos começaram a jogar giz em Aurélio, que logo sentou-se na cadeira ao lado de Camila, emburrado.

Naudeck estava sentado na sua carteira e nada fez contra o garoto, pois era um menino muito maduro e compreensivo para fazer idiotices como recriminar um colega. Seus olhos verdes mostravam um ver sábio das coisas, sua pele branca demonstrava tranqüilidade. Seria um grande cidadão quando crescesse, ele cativava muita gente por causa da sua disciplina e inteligência e não amargurava-se por não tirar as notas à cima de Camila.
Continua...

Rebecca comentou para o grupinho de meninas:

- Olhem! Os patetas estão sentados um perto do outros!

- Que dupla idiota! - falou Talyta.

- Aposto que não sabem o que é um beijo... - disse Alessandra.

- E você sabe, Alê? - perguntou Ingrid, uma gordinha de cabelos cor de areia e olhos azuis escuros.

- Claro! Dei um ontem em meu primo! É delicioso! A gente bota a língua e fica num enrosca bem doido...

- Que legal! E o dente? Não se bate? - perguntou Rebecca.

- Eu já nasci sabendo isso.

Todas riram.

Camila fitava Aurélio.

- Que é? Tá me achando bonito?

- O objeto que está em sua mochila é muito perigoso.

- Não tem nada em minha mochila!

- Um revólver calibre 38.

O garoto suou. Olhou para os lados, hesitando. Depois de um minuto passando a língua nos lábios, como se nesse houvesse um demônio microscópico, o qual ele queria expulsar a qualquer custo e então, finalmente falou com a menina:

- Como sabe? Eu acabei de chegar...você não pode ter mexido em minhas coisas...mas eu sou mais poderoso que você! Tenho...ela! Não pode me impedir de nada! Eu tenho a arma!

- Não a use, por favor! Sei que você tem raiva de todos, mas não use esse revólver! - falou a garota com um olhar indescritível, mostrando a sensualidade de uma modelo e quase uma malevolência de um tigre perto do ataque.

Todos começaram a perceber a cena.
Aurélio tirou a mochila das costas, abriu-a e tirou um revólver que brilhou com as luzes fluorescentes da sala de aula. A arma de fogo tinha um preto bonito que hipnotizava o seu domador.
O garoto levantou-se e gritou:

- Eu sou mais poderoso que você!

A boca do revólver estava na direção de Camila, mas ela nada podia fazer, era paranormal, mas não conseguia mover objetos com a mente.
Continua...

Logo chegaria o auxiliar de disciplina Jean, para dar a notícia:

A professora faleceu. Foi atropelada esta manhã.

Aí todos acreditariam!

O moleque disparou.

Gritos de pavor ecoaram pela classe quando a bala dilacerou o peito infantil...

(Eles acreditariam!!!)

...de um garoto que estava atrás de Camila. O matador era muito imaturo para acertar o alvo. Naudeck morreu sangrando, jogado em cima das carteiras escolares, fora acertado quando levantou-se para impedir Aurélio, mas logo uma bala o arremessou para trás, deixando-o a ficar com os olhos fixados no teto com uma enorme mancha vermelha no meio da camisa branca do colégio. Aurélio disparou mais uma vez no meio da correria dos estudantes.

( Eles estão correndo para não morrer querem a vida! Eu também a quero!)

A bala atravessou de têmpora a têmpora na cabeça de Rebecca e depois acertou o quadro, provocando uma pequena cratera, melado do sangue da garota, que jorrou no quadro negro limpo.
Aurélio viu que Alessandra passava perto dele e a deu um soco no pescoço, antes que ela escapasse correndo como os outros e puxou-a pela garganta com os dedos da mão esquerda, e com a mão direita movimentou o revólver até colocar o cano dentro da boca da menina, enquanto seus colegas gritavam saindo da sala e indo para os corredores, a fim de se salvarem ou falarem para qualquer funcionário que encontrassem para poderem agarrar um assassino de 10 anos que segurava uma arma com balas impiedosas.
Apertou o gatilho e logo uma cratera formou-se na parte superior do crânio da menina e uma explosão de miolos que caíram sobre as carteiras em desordem, acompanhados de um sangue soturno que eram iluminados pelas luzes incessantes da sala de aula.
Continua...

Ao mesmo tempo em que o corpo de Alessandra desabou para beijar os fragmentos de seu próprio cérebro, o auxiliar de disciplina Jean chegou e agarrou Aurélio por trás, antes que ele disparasse novamente, desarmando-o e levando-o para a diretoria.
A polícia chegou mais tarde para ver o que estava acontecendo e encontraram um garoto perturbado que dizia ter achado o revólver muito bonito e queria mostrar aos colegas, um menino com uma bala no peito, uma menina com um buraco na cabeça e outra com os miolos despedaçados e uma garota loura que pedia para os policiais irem para a rua Sabino Silvo, pois ela precissava fazer todos acreditarem que a professora estava morta.
Mais tarde a história se confirmou e Camila sentiu-se superior aos seus colegas, não mais pela inteligência e sim por ter poderes que eles não tinham, como ver coisas e outra como controlar mentes de pessoas, como fizera com Aurélio, mas isso ninguém precisava saber. Ninguém nunca saberia.